Na assembleia geral do FC Penafiel marcada para o dia de ontem o relatório de contas da época 2010-2011 foi aprovado por unanimidade. Na assembleia geral apareceram poucos sócios ( cerca de 4 mais diretores e empregados do clube) talvez pela pouca divulgação da mesma e também pelo pouco interesse que os sócios demonstram pelo clube. O clube continua com dívidas, nomeadamente os direitos de formação do jogador brasileiro Calamari que inicialmente eram de 70 mil euros mas que no momento já ascendem a mais de 110 mil euros devido a juros. Outra dívida pendente é sobre uma auditoria que foi feita ao clube e que custará cerca de 17 mil euros. O Sr. Gomes disse que não sabe como vai pagar essas dívidas, pois o dinheiro é pouco. Quase a encerrar a assembleia o sócio 658 Júlio Silva pediu a palavra e perguntou se o dinheiro da venda de Michel não dava para cobrir as tais dívidas. O nosso presidente respondeu que os 300 mil euros que rendeu a transferência foram para o bolso dele, pois o clube devia-lhe esse dinheiro. Assim o caso Michel ficou resolvido ficando as pessoas a saber para onde foi esse dinheiro. As pessoas presentes na sala ficaram um pouco surpresas pela pergunta, mas foi uma pergunta legítima dando a conhecer aos sócios um assunto que tanta tinta correu nos jornais desportivos. Esperemos que a direção penafidelense e António Gomes não julgue a dita pergunta como uma maneira de desconfiança das contas penafidelenses mas sim um esclarecimento aos sócios penafidelenses. Quem falou também na sala foi o sr. Adriano sem dizer o seu número de sócio e a sua identificação , ao contrário do sócio 658 que o teve de fazer. Ao que sabemos o Sr. Adriano é um sócio comum, pois após umas confusões no último jogo em casa decidiu abandonar a direção do clube. Ao que parece ficou um pouco indignado com a questão não se sabendo porquê. Espermos agora que não haja comentários desfavoráveis a António Gomes pelo dinheiro do Michel não chegar a entrar nos cofres do clube, pois era uma dívida do clube como qualquer outra e claro que o nosso presidente tem toda a legitimidade em querer o seu dinheiro de volta, pois se o pôs também tem que o tirar. A assembleia geral terminou sem mais assuntos a tratar.










